Visão Geral

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Visão geral

  • Fábricas de armas.
  • Arsenais de forças militares e policiais.
  • Lojas de artigos esportivos.
  • Oficinas como autônomo ou contratado.

Para exercer o ofício com eficiência, o armeiro deve reunir conhecimentos de ferreiro, marceneiro e artesão; ter conhecimentos de matemática, balística, química e engenharia de materiais; conhecimento sobre o uso de ferramentas (manuais e elétricas de potência) e, ser capaz de trabalhar com acuidade e precisão. Armeiros autônomos, proprietários de pequenas armarias, devem possuir conhecimentos para administração de pequenas empresas; habilidade de atendimento ao público; manter-se a par e cumprir legislações (locais, estaduais e federais).

A gama de especialidades dentro da profissão é ampla. E, muitos armeiros especializam-se em apenas algumas áreas. Por exemplo: alguns trabalham somente com pistolas ou espingardas, ou marcas e modelos específicos.

 

Responsabilidades

A responsabilidade técnica primária do armeiro é garantir que as armas funcionem de forma segura.

Em primeiro lugar, fazem isto observando todos os procedimentos de segurança para o manuseio de armas de fogo: tanto em suas próprias ações quanto nas ações de clientes e pessoas ao redor.

Em segundo lugar, inspecionando as armas de forma a garantir seu funcionamento mecânico correto e seguro. Armeiros usam seu profundo conhecimento para conduzir as inspeções ou, fazendo reparos; ou alertando clientes sobre condições inseguras e, tomando medidas para evitar falhas que podem ter resultados em trágicos.

Falhas em armas que podem representar risco para seus usuários e pessoas próximas:

  • Montagem incorreta.
  • Falta de peças.
  • Rachaduras, especialmente, em peças como câmaras, ferrolhos e coronhas.
  • Obstruções ou amassados em canos.
  • Espaço insuficiente incorreto na câmara ou tambor para a munição.
  • Tempo incorreto de ejeção do cartucho, em armas automáticas e semiautomáticas.
  • Falha nos dispositivos de segurança, deixando a arma liberada para disparo em momento inadequado.
  • Desgaste do mecanismo de disparo (gatilho, etc.) o que pode ocasionar disparo acidental quando a trava de segurança é liberada.
  • Deformação da agulha o que pode causar a ruptura do cartucho.

Esta lista é parcial. Muitas falhas dependem do modelo de arma.

 

Tarefas comuns

Listadas aproximadamente, mas não exatamente em ordem crescente de dificuldade.

  • Desmontar, limpar, inspecionar, lubrificar e remontar.
  • Remoção de corrosão e retoque de acabamento.
  • Reparação de peças com rebarbas ou danificadas com lixadeiras.
  • Substituição de peças defeituosas peças padronizadas, trabalhando manualmente quando necessário.
  • Fazer personalizações:
    • Suportes para bandoleira.
    • Soleiras.
    • Massas de mira.
    • Mira telescópica.
    • Capas de aderência (grip cap’s).
    • Soleiras/coronhas metálicas.
  • Reparação e re-acabamento em coronhas de madeira.
  • Verificação de áreas de aderência.
  • Aprofundar ou limpar gravuras e marcações gastas ou danificadas.
  • Reabrir bocas de canos (muzzle’s) danificados em tornos.
  • Reparar de canos amassados de espingardas.
  • Instalar (soldar) ou reparar canos de espingarda, ou reparar conjuntos de cano duplo.
  • Corrigir medidas para munições em câmaras ou tambores
  • Verificar se existe erosão excessiva
  • Solucionar problemas de alimentação, ejeção e queima.
  • Testes com cargas convencionais para garantir o funcionamento adequado.
  • Fabricar coronhas de madeira ergonomicamente adaptadas para o cliente. O mesmo para receptores e canos.
  • Preencher os espaços entre os componentes de metal e madeira com material à base de epóxi, num processo (“glass bedding“) que eleva a precisão da arma.
  • Remover acabamento em metal existente, e reinstalar partes de metal.
  • Fabricar peças de reposição de coronhas metálicas.
  • Alterar a sensibilidade do gatilho por meio de cuidosos ajustes no mecanismo.
  • Realizar provas de resistência para garantir o correto funcionamento em regimes de excesso de carga.
  • Substituição de canos desgastados, que atiraram tantas rodadas que não são mais do calibre especificado (o que leva à perda de precisão).
  • Mudança do calibre ou cartucho, com modificações no cano e no receptor.
  • Refazer o estriamento do cano para alterar o calibre.
  • Projeto completo e fabricação de espingardas e fuzis com canos e reptores apropriados; fabricação ou aquisição de peças adicionais adequadas. O mesmo para a fabricação de coronhas personalizadas.
  • Projetos para a fabricação completa de fuzis começando com peças de aço não usinadas e madeira; usando apenas torno, serras, formões e grosas

2 comentários

    • João antonio duarte de borba em janeiro 10, 2017 às 8:35 pm

    Responder

    quero fazer este curso como faço??

      • Propoint em janeiro 16, 2017 às 3:44 pm
      • Autor

      Responder

      Olá tudo bem João? para ver informações do cursos acesse: http://cursodearmeiro.com.br/o-curso/

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